Notícias

Voltar

Biosev eleva produtividade agrícola e adota novo modelo de plantio

30.10.2017

Melhoria da produtividade dos cortes mais avançados permite redução do custo de reforma

A Biosev, segunda maior processadora de cana, investe de forma consistente em tecnologia agrícola e faz uso das boas práticas agrícolas visando ao aumento da produtividade e longevidade de seu canavial. Com um novo modelo de produção, a companhia combinou práticas agronômicas avançadas à redução de custos com reforma dos canaviais otimizando equipes e equipamentos da colheita no plantio.

Nas últimas safras, a companhia investiu no aumento das áreas plantadas para diminuir a idade média de seus canaviais. A empresa vinha operando com taxas de reforma entre 16% e 17%. O aumento da produtividade agrícola obtido com o rejuvenescimento do canavial, permitiu que a empresa adotasse um novo modelo de produção. No primeiro trimestre dessa safra, o TCH acumulado da Biosev foi de 89,7e o ATR vem sendo mantido dentro da previsão do guidance (129 a 131 kg/ton).

A tecnologia agrícola empregada no manejo do canavial tem evoluído de forma consistente, abrindo espaço para novas iniciativas. Aliando práticas agronômicas que visam a melhor qualidade dos canaviais - como técnicas avançadas de adubação, agricultura de precisão, substituição de fertilizantes minerais por subprodutos da indústria, controle de doenças, pragas e mato - a redução de pisoteio com o uso de tecnologias de georreferenciamento, a Biosev conseguiu elevar também a longevidade e produtividade dos canaviais em ciclos mais avançados, entre o quarto e o sexto corte, que têm registrado números maiores do que a média histórica.

Esta melhoria permitiu reduzir a taxa de reforma a cerca de 13%. “Quando melhoro a produtividade dos cortes avançados, posso reduzir minha taxa de reforma. Não preciso de um canavial tão novo porque estou tratando melhor a lavoura em todos os ciclos”, explica Carlos Daniel Berro Filho, Diretor Agrícola da Biosev. Com esta redução, o plantio também fica um pouco menor e a empresa pode redirecionar operadores e equipamentos de colheita para o plantio ao final da safra.

“Com o novo modelo de plantio temos uma importante redução de custos devido a integração das práticas agronômicas e à otimização de equipamentos e equipe de colheita”, conclui Carlos Daniel. O reflexo destes investimentos será medido no aumento da longevidade do canavial, do TCH e ATR Cana que, consequentemente, reflete no ATR Produto na usina.